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Midnight dinner é uma série do Netflix, ambientada em Tóquio, ou melhor, dentro de um minúsculo bar/restaurante/cafeteria encravado numa ruela de pouco movimento perto do caos do centro de Tóquio. O funcionamento do bar é de meia noite as sete da manhã, e durante toda a noite, o chefe, dono do lugar, e única pessoa que trabalha lá, serve o único prato que consta no cardápio, mas está aberto a preparar qualquer outra refeição desde que possua os ingredientes. As micro histórias são deliciosas de acompanhar, porque além de assistir o enredo de pequenos trechos das vidas dos personagens, o balcão comunitário do bar, funciona também como um consultório sentimental. Detalhe para o final de cada episódio, onde os atores conversam com o público, bem engraçadinho.

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Tenho acompanhado o trabalho da Georgia, marca de Belo Horizonte, quase desde o seu nascimento, e admirado mais a cada coleção. Gosto da proposta de peças lisas, das combinações clássicas com detalhes levemente sensuais, e das calças: pantalonas e pantacourts, de cintura alta e cores vibrantes, que são perfeitas para ocasiões formais de trabalho, ou de conforto e elegância para o lazer, boa aposta.

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O Will, criador e criatura por trás da Cafeteria Will Coffee, é um personagem da vida real que por si só já faz valer a visita na Cafeteria, que fica em Contagem, no bairro Riacho. Will é um ex técnico de eletrificação que, ao se apaixonar por cafés especiais, foi transformando o seu apartamento no seu local de trabalho, para receber ali, pessoas também apaixonadas por café. Cada atendimento que faz é uma verdadeira aula sobre o universo do café, onde ele apresenta inúmeros métodos de servir a bebida, além de contar histórias inusitadas. No cardápio, pão com manteiga, pão de queijo e, claro, bolos, muitos bolos, cada dia um sabor, todos deliciosos. A entrada da Cafeteria merece ser observada com atenção: uma tradicional cabine telefônica de Londres, impossível não achar o lugar.

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Logo que conheci o trabalho da australiana Prudence Flint, tive a impressão de se tratar de algo construído digitalmente, em virtude da precisão das cores e do espaço, mas num segundo olhar mais atento, percebi que não, eram pinturas em óleo sobre tela, o que também pude comprovar quando pesquisei mais sobre a artista. O que mais me chamou a atenção foi a realidade crua, simples, livre de entrelinhas, que ela pinta em suas telas. É fácil se identificar com a realidade das mulheres de Prudence: a vida real tão dura às vezes, quanto colorida. Enxerguei poesia ali.

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