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REPOST: TODOS NÓS TEMOS UM POUCO DE RENAN CALHEIROS

Que momento nosso país está vivendo, não é mesmo? Por já ter morado em outro país, pego situações semelhantes como parâmetro e me revolto, fico chocada, indignada, e não estou dizendo que prefiro o outro, muito pelo contrário, prefiro as minhas raízes e me entristeço por vê-las tão desestruturada.
Mas neste momento estou esperançosa, algo há de acontecer, um país com tanto potencial de crescimento e desenvolvimento, contar a sua história através dos olhos de meia dúzia de gente esquisita (de pensamentos e caráter) pra mim não faz sentido.
Diante dessa enxurrada de acontecimentos e informações que estão sobre a gente nos últimos dias, um (belo) texto me prendeu a atenção e me fez refletir em vários aspectos. Vale muito a pena esse minutinho de leitura, aquela velha história, se cada um fizer a sua parte, a turma inteira consegue.
Lá vai:
Se você já furou a fila na balada, para ganhar tempo, passando na frente de quem está lá há um tempão, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você já comprou algo sem nota, para pagar menos, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você já dirigiu sem carteira de motorista, porque “era só até a esquina”, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você já comprou ingresso com desconto de estudante, mesmo já formado, porque “todo mundo faz assim”, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você contrata seus funcionários e exige nota fiscal, em vez de pagar na carteira, com o objetivo de pagar menos imposto, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você organizou algum tipo de sorteio ou promoção, e deu dicas e atalhos para amigos, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você recebeu troco a mais, e não devolveu depois de perceber o valor errado, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você usou equipamento da empresa para fazer um job de freelancer, quando isso vai contra as normas da companhia, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você já estacionou em local proibido (vale vaga de idosos e gestantes), porque era “não ia demorar nem cinco minutos”, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você entrou num casamento, 15 anos ou formatura sem ser convidado (talvez até usando o nome de outra pessoa, e prejudicando a entrada dessa pessoa), você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você comprou um pneu, rádio, antena ou roda de origem duvidosa, e não conferiu para aproveitar a oferta, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você já bebeu e dirigiu, mas usou o Twitter para não cair na Balada Segura, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se, na hora do check-out do hotel, você não se esforçou muito para lembrar o que consumiu na noite anterior porque “isso já está computado no valor da diária”, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se a vista da sua casa se prejudica por uma árvore, que é protegida pelos órgãos ambientais e precisaria de autorização para ser cortada, mas você não deu a menor bola porque “eles nunca vão saber”, você é um pouco de Renan Calheiros.
Se você já empurrou a cerca da sua casa um pouquinho para o lado, avançando no espaço do vizinho, para tentar ganhar terreno, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você registrou o carro no nome de um familiar mais velho, com o único objetivo de pagar valores mais baixos no seguro, você tem um pouco Renan Calheiros.
Se você chegou tarde no restaurante, e usou a sua influência para conseguir uma mesa (passando na frente de todo o pessoal que está esperando), você é um pouco Renan Calheiros.
Se você já subornou um fiscal de trânsito para não receber multa, você é um pouco Renan Calheiros.
Se você já chamou um táxi pela rádio, mas decidiu pegar um que passou na rua, e não cancelou a sua chamada inicial, você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você pediu um livro, CD, jogo de videogame (ou até mesmo dinheiro) emprestado a um amigo, não pagou e deixou assim mesmo (“já que ele nunca vai lembrar”), você tem um pouco de Renan Calheiros.
Se você já fez um comentário racista ou homofóbico, e depois disse “estou brincando”, quando na verdade não estava, você tem um pouco de Renan Calheiros. E, neste caso, um pouco de Marco Feliciano também.
Todos os exemplos citados acima são verídicos, testemunhados por mim. Aconteceram com amigos, conhecidos, colegas de trabalho, familiares e até comigo mesmo. Muitas dessas coisas, como você deve ter se dado conta, não estão fora da lei. Mas, na minha visão, todas elas têm algum desvio de caráter.
Acredito que o problema do Brasil, antes da corrupção que tanto condenamos nas capas da Veja, nas câmeras escondidas do Fantástico e nas reportagens do CQC, é a corrupção cometida por nós mesmos.
São os pequenos delitos, supostamente inocentes, que minam a nossa cultura.
O Brasil é um país em que ser metido a malandro, em vez de gerar vergonha, é motivo de orgulho. É sinal de esperteza.
Ou você nunca ouviu alguém se exibir porque “deu um jeitinho”?
Algumas atitudes já estão arraigadas de tal forma ao nosso cotidiano que fazemos de forma automática, sem nem nos darmos conta.
Acredito no Brasil. E acredito que o Brasil pode ser o país do futuro. Se ficar de olho nos Renan Calheiros, mas se também chamar a atenção do amigo que estacionou em cima da faixa de segurança.
Essa fiscalização, que deveria acontecer de nós para nós mesmos, faria uma sociedade menos corrupta, mais solidária e mais consciente. E, só com um grau de consciência diferente do que temos hoje, é que podemos, de fato, mudar alguma coisa.
Enquanto todos formos malandros, todos seremos manés.
Não sei de você. Mas, para mim, a diferença entre um cara que rouba toalha de hotel (outro caso que testemunhei) e um que rouba verba pública é, apenas, a dimensão. O crime em si é o mesmo. O modelo mental é o mesmo. Talvez, no lugar do Senador, essa pessoa repetisse o fadado bordão: “Mas se eu não fizer, alguém vai”.
Pois é. Alguém vai. Mas até onde isso vai?
Se você leu os exemplos acima, se indentificou com algum deles, e sentiu vergonha – como eu senti –, bom sinal. Já é um começo.
Agora, meu medo é se você leu, se identificou e não viu nada de errado.
O texto não foi assinado, mas eu o encontrei aqui.

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PRAZER, ROBERTA. SOBRE MEUS INÚMEROS APELIDOS

Eu nunca parei pra pensar friamente no meu nome. Vocês já? Não me vejo falando noooosa, como eu amo meu nome, mas quando me deparo com uma grosseria em forma de nome, me lembro do meu normalzinho e fico bem feliz!
Minha mãe sempre diz que escolheu meu nome porque na época (long time ago…) a música italiana ROBERTA, PERDONA ME RITORNA ANCO’ VICINO A ME estava bombando nas paradas de sucesso e ela toda apaixonada, acabou se deixando levar pelas ondas do rádio.
Mas enfim, Roberta é um nome forte (eu acho) e como tal, dá margem para um monte de apelidos. E eu, claro, a pessoa mais propícia para isso: A mais bem humorada da turma. (só que não, risos!)
Dos milhares de apelidos que já me chamaram e ainda me chamam, aqui temos alguns:
*Beta = Tipo óbvio. Todo mundo que faz uma ligação direta com o nome.
* Rô = Metade das pessoas que eu conheço me chama assim.
* Ró = A outra metade assim.
* Robertinha = Quandro entrei na Faculdade virei Robertinha na primeira semana.
*Roró = Coisa de adolescente…  Meus amigos juram que esse belo nome não veio de horrorosa, vai saber! Tenho uns 4 ou 5 amigos dessa época que ainda me chamam assim mas como eu gosto muito deles, superei o trauma.
*Lulu = Coisa de mãe. Vai entender…
*Bebeta = A Tia Gracinha me chama assim. Pelo menos chamava, agora que eu cresci – risos- não tenho percebido…
*Ti Beta = A Maria Eduarda, minha sobrinha.
*Bolacha = Em referência as minhas bochechas. O Tio Maurício podia tudo.
* Maitê Proença da Vó = Juro, isso é sério. Minha Vó Madalena soltava a pérola sempre que me via e num timbre capaz de fazer a Praça Menotti D`aurea inteira ouvir.
*Stubs = A Fernanda minha prima me chama assim e eu não faço a menor idéia de onde veio…
*Robs = Lili ficou sabendo que morei em Londres e achou adequado me renomear.
*Betinha = Tão meigo, só podia sair da boca da Isa…
*Roberrrrrrrta = Meu irmão que faz questão de valorizar o sotaque regional no meu nome.
*Amiguinha!!!!!!! = Algumas amiguinhas empolgadas.
*………….. = Pra quem ficou curiosa, o Rê me chama da seguinte forma:
Roberta, para as horas de muita braveza.
Beta, para conversas corriqueiras do dia a dia.
Linda, quando ele se lembra que me ama e não pode viver sem mim! (fofo)
Gostaram? Nunca vi uma pessoa com tantos apelidos quanto eu, mas confesso: gosto de todos! Qual é o seu apelido?

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COMO É DIFÍCIL LIDAR COM PESSOAS…

     Outro dia fiz um grande desabafo sobre como é difícil manter-se firme diante de uma situação. Não estava falando de ser inflexível, mas de nos atermos aos nossos princípios e regimentos. Essa semana o tema é outro. Acho que estou tremendo de nervoso até agora com o que nos aconteceu.

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QUERO TRABALHAR COM MODA, E AGORA?

E agora, se você realmente quiser trabalhar com moda, pode arregaçar as mangas! Não que trabalhar com moda seja mais pesado do que outras áreas, não é nada disso, mas o glamour em torno da profissão é, sem dúvida, bem maior do que, por exemplo Engenharia Civil (e o salário menor, já aviso!). Ao longo desses quase 3 anos envolvida, até a alma, nesse mundo, digo que já vi muita coisa, ouvi muita coisa e, sem dúvida, aprendi muita coisa. Não sou formada em Moda, fiz alguns cursos livres mas, com certeza, minhas maiores e melhores experiências vem do meu dia a dia. É uma rotina louca, temos que lidar com profissionais de todos os tipos, com clientes, com as oscilações do mercado, com funcionários, sócios, fornecedores…

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PRECISO DE UMA CONVERSA COM O MEU CLIENTE

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Bom, segundo post do blog e já temos aqui um impasse. Um tema que me leva a pensar, refletir, leva o meu senso de justiça ao limite, me deixa confusa, enfim, quase maluca é a relação cliente/empresa. Gente, como isso é tenso… E não importa qual é o seu ramo de atuação, você sempre terá clientes.

Mas então, eles sempre têm razão? A pergunta que eu nunca consegui responder…

Eu, sinceramente, não sei, na maioria das vezes estou do lado de dentro do balcão, mas muitas vezes estou consumindo e, por viver os dois mundos, estou sempre refletindo.
Nossa empresa ainda é um bebê e tenho nítidas sensações que os nossos clientes (salvo ótimas excessões, claro) fazem o que querem com a gente justamente porque somos uma empresa pequena. Fico nervosa demais, angustiada e acho uma injustiça sem tamanho. Sei que devo respeitar os direitos dos clientes mas também devo ser fiel aos princípios que regem a minha empresa. Se abro mão das normas da empresa pra agradar um único cliente, não estou sendo honesta com os outros clientes e, tampouco, com a empresa, mas se não o faço, perco o cliente.

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SEJAM BEM VINDAS AO FASHION FITNESS AND OTHERS – O INÍCIO DE TODAS AS HISTÓRIAS

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 Finalmente consegui tirar do papel esse projeto!

Para que saibam um pouquinho do porque de tudo isso, eu vou explicar: Há tempos estou planejando escrever algo que fosse relevante tanto pra mim quanto para as outras pessoas. Nada me vinha a cabeça a não ser relatar e dividir um pouco das minhas próprias histórias. Depois de anos indecisos, resolvi assumir minha paixão pela escrita e pelas histórias e encarei a situação de frente, isso eu vou contando aos pouquinhos… Outros assuntos que eu vou falar aqui são sobre questões que ainda não consegui encarar de frente: tipo as atividades físicas!!

Então é isso. A vontade de escrever sobre fashion e fitness veio porque eu amo fashion e não gosto de fitness. Resolvi reunir esses dois temas tão antagônicos na minha vida e colocá-los bem pertinhos para ver se consigo fazê-los caminharem juntos como um bom motivo de um começo.

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