MINHA EXPERIÊNCIA COM O PROCESSO DE COACHING

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O ano de 2015 não foi muito legal pra mim. Foi um ano difícil, digo que foi um ano onde a vida me ofereceu um monte de respostas, assim, de uma vez, como uma enxurrada, e eu não sabia o que fazer com esse tanto de informação recém chegada. Eram questões familiares, profissionais, pessoais, existenciais, enfim, tudo quanto foi urucubaca, eu tive que resolver em 2015.

Em um momento de profunda tristeza/desânimo/preguiça de viver, eu e Renato, durante uma sessão de resenhas, levantamos a possibilidade de eu me submeter a um processo de coaching; que se tornaria real um tempo depois.

Tenho uma amiga querida que é Coach profissional e, no início de 2015, até fizemos uma série de 10 posts sobre Carreira aqui pro blog, estávamos bem próximas, mas, como o pior cego é sempre aquele que não quer enxergar, eu tinha certeza que nada daquilo – quero dizer – orientação profissional, era pra mim.

Passaram-se alguns meses e eu já estava desconfortável demais nos meus próprios sapatos, precisava dar um passo, me mover, a direção ainda era incerta, mas eu tinha que caminhar.

Um dia chamei a Alinne e perguntei se, pelo fato de sermos amigas e ela já saber um bocado sobre o que estava acontecendo comigo naquele momento, influenciaria em um processo de Coaching, caso eu me interessasse em fazer. Sim, eu estava dando a minha mão a palmatória, com muita humildade e desejo de mudança.

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A Alinne disse que não tinha problema algum e embarcamos juntas numa caminhada pelo meu eu que havia se perdido em algum lugar. Eu estava muito ferida com todos os meus problemas familiares, o que contribuiu bastante para o direcionamento das nossas sessões, mas sem dúvida, um dos principais propósitos daquele processo, era o meu posicionamento profissional.

Pode parecer irônico pra quem me conhece pessoalmente e sabe que eu trabalho com isso na “vida offline”. É tão claro e fácil entender o negócio dos meus clientes, construir uma narrativa, criar identidades, definir valores, porém, quando eu me tornei a minha própria cliente, o trabalho havia se tornado difícil, quase dolorido. Tinha inúmeras incertezas, dúvidas, medos absurdos…

Durante o processo de Coaching trabalhamos todos esses pontos um a um, fizemos um planejamento, a Alinne me muniu de ferramentas para que eu desenvolvesse a minha auto-estima, perdesse esses tais medos, passasse a enxergar com mais clareza tudo o que batia fundo no meu coração e eu relutava em abafar. Conversamos muito, eu li muita coisa nessa época e, o principal, me concentrei em aplicar na prática tudo que estava sendo discutido ali.

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Foram 10 sessões que me sacudiram do avesso, me lembro de todas elas com um carinho enorme! A última sessão foi, sem dúvida, a mais difícil. Não queria que terminasse, eu já me via completamente dependente daquilo. Fiquei com os olhos marejados durante todo o tempo e a última frase que a Alinne me disse, ecoa até hoje na minha cabeça:

“Beta, não tem problema falar de amor.”

Hoje, muito tempo depois, eu tenho certeza que grande parte de tudo o que eu estou fazendo, sobretudo com a certeza e clareza com a qual estou fazendo, tiveram as sementes plantadas naquelas sessões.

Vocês já passaram por algum processo, seja de auto-conhecimento, ou Coach de Carreira, parecido com este que descrevi? Como foi o processo? E os resultados?

Adoraria ouvir e partilhar da sua história!

 

PS.: O que você faria se não tivesse medo?

PS.: Último post da série que eu fiz com a Alinne sobre Carreira.

PS.: Site da Alinne.

PS.: A Caligrafia da foto do topo é minha!

 

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junho 1, 2016 4:24 pm

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