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Highlights da minha semana de trabalho no Piauí

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Teresina é um lugar diferente de todos os outros que eu já conheci, naturalmente, tão rico quanto peculiar. Além da hospitalidade genuína das pessoas, eu elejo a comida do Piauí como o grande troféu dos piauienses.

Se tivesse sido possível, eu gostaria de ter trago um pedaço de carne de sol na mala… (rs)

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O motivo que me levou a Teresina foi um contrato de trabalho com um cliente da cidade; uma empresa de fast-fashion do Piauí com os planos de expandir nacionalmente. Só isso já teria sido o suficiente pra me deixar entretida, contudo, a cidade e seus sotaques, me deixaram atônita por uma semana.

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Nossa rotina começava com o café da manhã do hotel: frutas, cuscuz e café preto. Nossa agenda estava lotada de compromissos profissionais, que incluíam reuniões na empresa, visitas nas lojas, visitas em lugares tradicionais da cidade e comida, muita comida – como se come bem naquele lugar…

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O Mercado Central de Teresina é pequeno, em pouco tempo dá pra ver tudo: muito couro, palha, castanhas e ingredientes frescos para os pratos típicos, como os vários tipos de peixes e os miúdos para a tradicional ‘panelada’.

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Ainda no mercado, não preciso nem dizer que minha atenção ficou concentrada na literatura de cordel. O Senhor da banca que me atendeu era um dos autores dos livros ali expostos, uma lenda local e uma aula de história ambulante.

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A comida que fez meu coração bater mais forte foi a tradicional carne de sol, acompanhada de baião de dois, paçoca, vinagrete, macaxeira e maria isabel – esse último um combinado de arroz com pedacinhos de carne de sol e especiarias. Lá também têm muito pescado e carne de bode, mas eu não consigo pensar em outra coisa se não nessa carne de sol…

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Apenas uma ‘gracinha’ da roupa combinando com a parede de uma loja de doces.

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Nosso último encontro com a equipe toda reunida foi no Olik, um café/bar/bistrô/loja que eu adorei ter conhecido – Principalmente pela palha italiana, uma receita instigante e muito gostosa. Trouxe dois pacotes comigo!

Logo que entrei no Olik, percebi que algumas cadeiras eram estofadas com a estampa da designer Daniela Karam, que eu acabara de conhecer em Tiradentes, achei inusitado e fui me certificar se realmente era. A própria dona, coincidentemente uma mineira, me disse que era um trabalho da designer sim. Conversamos um pouco e ficamos amigas! (rs)

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A semana de trabalho havia chegado ao fim e ainda tínhamos o final de semana pra aproveitar antes do nosso retorno a Belo Horizonte. Decidimos conhecer Barra Grande, no litoral do Piauí.

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Tomar café na praia com a cerâmica da Serra da Capivara foi além do esperado. Eu  ainda comprei algumas peças pra trazer comigo – não resisto a uma cerâmica e não considerei o peso da bagagem.

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Nosso jantar especial foi no La Cozinha, lugar despretensioso e comida gostosa.

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A viagem para Barra Grande foi uma viagem curtíssima, mas que totalmente valeu a pena.

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Algumas curiosidades que eu separei sobre o Piauí:

– Teresina não é uma cidade de passeio, é uma cidade de negócio

– O calor é um fato, não uma questão

– A comida é farta, de verdade, coentro é bem vindo

– O sotaque, mermã, te contagia

– O pessoal se cuida, é importante culturalmente ‘estar social’

– O Maranhão é logo depois da ponte

– Não existe programas ao ar livre durante o dia

– A cidade é ampla, tudo é distante

– Choques térmicos podem ocorrer a qualquer momento

-Fevereiro é, curiosamente, inverno

– Eles (também) adoram um cafezim

– Que gente adorável

– O litoral do Piauí não é pertinho de Teresina, são 5 horas de carro

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Por favor, Piauí, não se esqueça de mim, eu tenho quase certeza que voltarei!

 

PS.: A viagem pra Tiradentes

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