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Good hair day – Ondulado de trança

As mais atentas já repararam que eu mudei o nome da tag. De repente “Penteado do Dia” me pareceu a coisa mais brega do universo, tipo penteado de debutante ou sei lá! Agora pra mostrar as minhas aventuras com o picumã vou me expressar com o Good Hair Day. Mais coerente.
Explicações dadas, vamos para os motivos desse anelado. Que eu amo um sarará não é novidade pra ninguém, uso babyliss desde antes o Proença nascer (kkkk! olha a pretensão!) e não perco nenhuma oportunidade de me inspirar na Gal.      

Mas este ondulado que seus olhinhos estão vendo são frutos de uma noite inteira com tranças no cabelo. Lavei de noite, bati o secador, besuntei de leave in, trancei e dormi. No outro dia, ainda fui levantar uns pesinhos, tomei banho, bati um pouquinho mais o secador e só então fui conferir o resultado.         

Se gostei? Muito, só fiquei um tiquinho implicada com as pontas espigadas mas um ponto tosco na produção não mata ninguém!!

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O dia em que a terra parou

Na hora que eu coloquei os pés no chão, hoje bem cedinho, percebi que o dia não seria como outro qualquer. E eu não estava errada…
Dia cheio de trabalho. Visita na estamparia, reunião de contratação de um novo colaborador da empresa, pepino maior do mundo pra resolver com o banco, reunião com os maquiadores pra acertar pendências do workshop, cházinho pra colocar as idéias no lugar, instruções pra funcionária, telefonemas pra multimarcas do interior, acerto e lançamento de peças da facção e ainda um eventinho pra finalizar. Eu disse evento? Sim, fomos pretigiar uma loja gracinha que é nossa cliente e estava fazendo uma confraternização de lançamento de coleção. Loja linda, roupas lindas, degustação de brigadeiro e champagne…
É amiguinhas, minha vontade era tomar 25 tacinhas desse espumante e comer pelo menos, 2 docinhos de cada. Mas mulherzinha fina não ataca de brucutu no evento alheio, ainda mais sendo a fornencedora em questão, não poderia correr o risco de perder a cliente. Me contive (muito a contragosto) com 2 taças e 1(zinho!!) brigadeiro. Dentre todas as variedades eu escolhi o brigadeiro de manjericão (??????).
Fui embora leve para o próximo compromisso: POWER JUMP CLASS. Hora de trocar o modelito fashion pelo pijama que eu uso para ir pra academia. Com medo de passar mal em cima do trampolim, mandei uma banana. E fui.
 Numa sequência  frenética de tcha tchas, cowboys, hip hops… Eu comecei a ver tudo estranho e desconfigurado, a música tava arrastada, os companheiros de pulinhos pareciam estar em slow motion e o professor parecia um monstro de geléia. Não conseguia entender o que estava acontecendo, respirei muito fundo e quando voltei a mim percebi que eu estava tendo a mais horrorosa de todas as dores de barriga, quase um COLAPSO!
O suor virou uma cachoeira e eu já não conseguia mais raciocinar. Quase que como num passe de mágica o monstro de geléia anuncia: POR HOJE É SÓ PESSOAL, ATÉ AMANHÃ! Num golpe ninja joguei o jump no devido lugar e saí em disparada. Os 3 minutos que separam minha casa da academia se transformaram em 3 dias e o elevador, este definitivamente não é o melhor amigo das dores de barriga.

Agora acho melhor parar por aqui porque o que aconteceu depois não merece ser dividido com ninguém…

Se alguém aí do outro lado sofre de prisão já sabe:
CHAMPAGNE+BRIGADEIRO DE MANJERICÃO+BANANA= MORTE SÚBITA.

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Ninho Vazio

Aposto que todo mundo sabe ou pelo menos já ouviu falar da Síndrome do Ninho Vazio, e eu nunca imaginei que sem ter tido nenhum filho, solteirinha da silva, nenhum periquito pra alimentar, iniciando a era balzaca, iria estar sofrendo dessa coisinha chata. O negócio é que depois de 14 anos que deixei a casa da minha mãe, sempre morei em repúblicas com milhares de pessoas, cheguei a dividir uma beliche (e acreditem, é mais intenso que dormir junto), tive sempre a casa cheia (ainda que me trancasse dentro do quarto algumas vezes), varei a madrugada conversando, morri de raiva do barulho alheio, os anos se passaram, muitas coisas aconteceram e agora estou aqui. SÓ. E confesso que não estou gostando nadinha de nada (alô! casamento chamando Roberta!). Talvez se eu ainda estivesse nos meus vinte e poucos anos seria uma festa sem fim (que tempo bom que não volta nunca mais…) mas agora a história é outra. Eu não quero ficar sozinha e não quero ter uma casa de república mais. Quero coisinhas novas pra servir patêsinhos e pãesinhos pras amigas. Tô com vergonha dos meus copos de requeijão, dos meus talheres que a Tia Ana me deu quando vim pra BH (que ela já usava há 200 anos…), foram úteis mas morreram e quero um home office todo decorado com meus livros, computador e um sofá cama, porque horas de leitura vão me dar sono. E juro, quero alguém pra dividir essa vida comigo (Rê, não tô te pressionando! rsrsrs). Ah! E seria ótimo também um fogão com todas as trempes funcionando…  Mas enquanto esse extreme makeover não acontece, minha vida segue assim:
Essa é a primeira coisa que vejo quando abro a cortina de manhã. Uma paisagem completamente sem emoção. Salvo por essa vilasinha bucólica que fica escondida no meio dos prédios e sempre toma uns minutinhos da minha atenção.

Hora de tentar ficar um pouco mais apresentável para a tonelada de atividades que preenchem o meu dia. O processo é quase sempre o mesmo, com excessão de algum dia que arrisco um penteado ou uma cor de lápis e é isso.

Momento de grande prazer do meu dia (noite). Adoro gente, gosto do gosto do chá e do evento que é degustar uma xícara de chá. Mesmo sozinha desfruto da minha caneca de chá com 2 bolachas (de maisena ou recheada, sempre duas. Sou sistemáica?)

Sem esquecer do propósito desse diário virtual, aqui está meu calendário de aulas da academia. Tenho ido pelo menos 3 noites por semana, intercalando a musculação (Uh! Delícia!) e o power jump, que realmente tem sido uma aventura a parte e vai merecer um relato só pra ele!    

Uma coisa que não era muito frequente mas ficou, tenho passado mais tempo na sala, lendo, vendo tv… Parece que agora tenho necessidade de ocupar todos os cômodos da casa. Depois o sono chega e eu vou dormir!

Good Night!

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Homenagem a Clarice nesta véspera de feriado

(Amanhã é feriado, ótimo dia para refletir!!!)
 Gosto dos venenos mais lentos,
 das bebidas mais amargas,
 das drogas mais poderosas,
 das idéias mais insanas,
 dos pensamentos mais complexos,
 dos sentimentos mais fortes… tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
 Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
– E daí? Eu adoro voar!
 Não me dêem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre.
 Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração.
 Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente.
 Não sei amar pela metade.
 Não sei viver de mentira.
 Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre
                                                                                         C. Lispector

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MRC – Part II

Ainda da série dos Red Carpets, essa produção toda foi usada um dia depois da última que eu postei aqui,  mas o efeito que me causou com certeza não foi o mesmo.  Explico:
A situação (madrinha de casamento) me exigia um look clássico, elegante, chic… E eu juro que amei tudo, adorei o coque, a sandália vai enfeitar minha estante, o vestido foi o Rê que desenhou e a make ficou do jeitinho que eu pensei (tks@thaispediatra).  Mas o que, que deu errado então?            
O problema foi que todos esses elementos juntos ao mesmo tempo me deixaram confusa e com cara de alguém que com certeza não era eu!

Valeu o exercício e acho que cumpri bem o meu papel, pelo menos não tinha nenhuma outra madrinha com estilo parecido. Afinal, como eu disse anteriormente: O meu gosto é só meu!!

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MRC – My Red Carpet

Então pessoal, nem só de montagem de stands vive essa pessoa, de vez em quando também tenho meus momentos glamourosos e esse foi um desses dias!  Mais feliz ainda eu fico quando me encontro dentro da produção. Foi o caso: Essa saia (paraquedista) é um xodó. Veio de um brechó de Londres e eu adoro! A blusa é prata da casa e a sandália já tem um ano.

A make foi eu que fiz e me achei a maquiadora profissional. Só me falta saber para que serve todos os pincéis e ter um acervo de um milhão de produtos!

Me ensinaram usar um negócio da Contém 1g pra marcar a sombrancelha e foi isso que fez as minhas ficarem longas e fartas. Nessa foto até que rolou, mas na vida real eu não sei se curto, fico muito árabe, tipo narigão, bocão, olhão e sombracelhas fortes. Ainda não sei se quero ser árabe…

 Estava em CB neste dia!

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10 coisinhas aleatórias sobre grandes eventos

Antes de iniciar a leitura, deixo claro que esta opinião é exclusivamente minha mas se você dividir comigo, ótimo!

1. Se você for se entupir de salgado, mantenha uma distância mínima do interlocutor. Bafo de coxinha na cara ninguém merece e se for de camarão, pior ainda.

2. Controle a empolgação ao se jogar na pista, você pode ser surpreendido por um ” Senhor Juiz, Pare Agora” ou por um “Mina seus cabelo é da hora”. Não existe passinho que acompanhe tais ritmos…

3. Em tempos frenéticos de tecnologia, mantenha o sorriso estampado no rosto. Alguém pode te Instagrar a qualquer momento!

4. Recuse terminantemente qualquer oferta de máscaras, frufrus, apitos e tiaras. Imagino que não tenha gasto os tubos no modelito e no salão pra ficar fantasiada de Nani People. #NOT

5. Não se assuste com a senhora da mesa ao lado. Ela não tem culpa da maquiagem que usa.

6. Não vamos esquecer que gosto e ….. cada um tem o seu. Aquele modelo tomara que caia sereia de tafetá que metade da festa está usando é de chorar chic. That`s it.

7. Para os boys: Terno com cara de barato (Sketch?) é tão o fim que encarar a noitada de moletom seria, no mínimo, mais cool.

8. Ainda para os boys: Sapato com bico arredondado e solado de borracha só funciona com o rapaz latino americano do Belchior.

9. Leve lembrancinhas e docinhos mas não seja o ladrão da noite.

10. Em casos de desvios ( o que não é raro), não se esqueça do Plasil ao chegar em casa. Ele te ajudará a manter a dignidade no dia seguinte.

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Recordar é bem viver

Outro dia fomos passear no Diamond pra ver a exposição de brinquedos que estava rolando por lá. Nossa, quanta coisa legal, como nosso passado vem todinho na nossa cabeça e a gente lembra de tantos bons momentos. O único incoveniente é fazer as contas e ver quantos anos já se passaram desde que você ganhou o balanço da Moranguinho do Papai Noel… kkk! Mas como dizem, envelhecer é uma arte e recordar é ótimo!          

O meu coração palpitou de verdade quando deparei com essa máquina de costura e me lembrei da que tenho igualzinha guardada na casa da minha mãe… Lembrei da minha querida avó Irene que passou a vida toda sentada diante de uma máquina de costura e tanto me influenciou nos momentos que fazíamos roupinhas pra Barbie. Hoje se ela estivesse aqui acho que ficaria feliz em ver que continuo brincando (sério) de fazer roupinhas. Ai ai…..