Beta Stories

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4 PERFIS NO INSTAGRAM PRA VOCÊ SEGUIR AGORA

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Eu me canso das coisas com certas facilidade, fico com preguiça, me desinteresso, porém, com o passar do tempo, o que era provável de acontecer, não aconteceu. Estou falando do Instagram. Não me canso de ficar rolando aquela timeline e ver coisa bonita, aprender receitas, truques de decoração, frases de motivação, cenas engraçadas… descubro de tudo ali.

Pensando nisso, vim dividir com vocês 4 perfis no Instagram de mulheres que eu sigo e não me canso, seja pela fotografia, pela legenda, pelo propósito ou pelo conjunto todo da obra.

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CARINA FALA: DE VERDADE

Eu adoro ouvir histórias.

Meu filme preferido é “A menina de Ouro”, sobre a vida e morte de uma atleta de box, suas relações familiares e com seu treinador. É belíssimo! Até hoje eu me lembro (e tenho uma vergonhazinha!) do tanto que eu chorei no cinema do BH shopping, da indignação que senti da visita que a família da atleta fez a ela no hospital, em busca de seu dinheiro, do quanto eu a quis abraçar. É uma história de determinação inspiradora.

Também adoro biografia, a que está, hoje, ao lado da cabeceira, é a do Mujica, esse líder uruguaio que me parece a voz da coerência em um mundo de espetáculos. Essa me parece uma história de coerência entre o discurso e a prática, de desejo e ação de construir um mundo melhor, partindo de si mesmo, na máxima experimentação da expressão atribuída ao Gandhi: Seja a mudança que você quer ver no mundo!

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Talvez, por amar ouvir as histórias da vida dos outros e seus conselhos (e também de dar conselhos, mas isso é outra história!), eu tenha gostado tanto do livro com que Beta me presenteou, dia desses, num café com bolo aconchegante e acolhedor que experimentamos: “Que Ninguém nos Ouça”.

É um livro sobre as estórias da vida das autoras, que trocam e-mails entre si, no que chamaram “terapia virtual”, cheio de verdades sobre suas angústias, seus medos, suas conquistas, suas alegrias, suas indignações, seus fracassos e esperanças. Mas, pra além de amar histórias e ser esse um livro de estórias de vida de mulheres como nós, o que eu amei mesmo foi a coragem de expor a verdade que encontram em suas análises internas, ao olharem para dentro de si com olhos de ver, aceitar defeitos e virtudes e transformar tudo isso em desafios e atitudes para construírem pessoas melhores e mais felizes.

A felicidade é a busca de todos nós. O conceito e o caminho é que podem ser diferentes. A minha receita de felicidade pode não servir para você! Achar essa “receita” é o caminho que estamos trilhando nessa vida. Para alguns, felicidade é ter; para outros, ter e exibir. Para tantos, é ser; ser e compartilhar. Nós nos juntamos aos que compartilham conosco uma ideia semelhante no caminhar. Eu quero ao meu lado pessoas que têm histórias de verdade pra contar, porque isso me inspira; pessoas que querem conhecer suas verdades, seus medos e suas virtudes, como eu quero conhecer os meus, porque isso é o que me instiga na busca pelo meu melhor, pelo meu aprimoramento moral e pela minha felicidade.

Minha avó dizia que uma pessoa inteligente aprende com seus próprios erros; um sábio, aprende com os erros dos outros. Ouvindo isso, aprendi tanto a importância de aceitar meus próprios erros como um passo para superá-los, quanto amar ouvir as histórias dos outros.

Mas o que eu gosto mesmo é das estórias de verdade. E tenho sentido tanto falta disso no nosso mundo de espetáculo… e a presença, nos cafés com bolo que tenho a oportunidade de partilhar com amigas.

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PS.: Se você está chegando agora, a Carina já falou sobre os nossos “famosos” Dilemas de cada dia.

PS.: Aqui, eu também falei sobre o livro que a Carina comentou: Que ninguém nos ouça.

( Na foto do topo o lettering foi desenvolvido por mim e a segunda imagem veio daqui)

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ATÉ ONDE VAI O SEU CIÚME?

Essa semana eu me peguei refletindo em relação ao meu ciúme e – obrigada aos céus, como eu amadureci nesse quesito – fiquei feliz em perceber minha evolução, mas triste em ver como fui boba em algumas ocasiões.

2 exemplos:

  • Eu e Renato fomos sócios em uma empresa que fazia roupas e, não raro, tínhamos modelos em nosso showroom para provas de roupas e fotos. Modelos, como vocês podem imaginar, são super desinibidas, até por causa do ofício, se trocam com facilidade na frente de quem quer que seja, no meio da rua… enfim… Em várias ocasiões eu me surpreendia com uma mulher se trocando e Renato tentando achar uma posição para não me deixar desconfortável, porque ele sabia que eu ficava. Falando disso depois de tanto tempo, eu gostaria de ter agido diferente…
  • Renato sempre gostou de dançar forró, antes de me conhecer era frequentador assíduo. Como eu nunca dancei forró na vida e nunca consegui aprender – quando ele tentou me ensinar – ele parou de ir. Com excessão de algumas poucas vezes em que fomos com amigos, nessas ocasiões, ele aproveitava pra dançar. Me lembro de ficar com o rosto em chamas e o coração batendo de agonia, não gosto, nunca gostei, é estranho ver ele dançando com outras pessoas, mas também não me vejo na posição de impedi-lo. Como não é um fato que ocorre todo dia, e eu sei que ele gosta muito, prefiro relevar, ou, quem sabe um dia, aprender a dançar. (risos)

Ciúme, em qualquer situação da vida, em qualquer grau de parentesco, só prejudica. Não conheço um caso de ciúme que fez bem para as pessoas envolvidas. Acredito que, quando queremos bem de verdade, a gente compartilha do sorriso do outro. O ciúme é possessivo, destrói o relacionamento, não tem empatia. No primeiro exemplo, eu estava cega de ciúme, não conseguia nem pensar na situação, aguentava porque era trabalho. Já no segundo exemplo, eu me incomodo sim, mas prefiro resolver essa questão comigo mesma.

 Eu demorei pra entender que o ciúme é um sentimento que mora em mim, não no outro, e não tem nada a ver com ser ingênua, mas em ser livre, no sentido mais amplo que se pode imaginar.

Estou muito curiosa pra saber como vocês reagiriam nessas situações. Como vocês administram esses sentimentos no dia a dia?

PS.: Se você gosta de refletir sobre sentimentos, já falei sobre “Respeito” aqui.

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CONVERSAS COM O RENATO – PARTE 2

Depois do sucesso que foi o post onde eu compartilhei as conversas hilárias que temos aqui em casa, não resisti em anotar toda pérola que foi dita desde então. Renato é artista, tenho certeza que o cérebro dele não funciona na mesma frequência que o meu, vira e mexe me pego sem entender nada do que ele está falando, outra hora eu entendo, morro de rir, e agora, compartilho com vocês!

Aqui estão as pérolas das últimas semanas:

Renato: “Beta, não fica saindo na rua com roupa transparente não, viu?”
Eu: Ok, Rê, mas quando foi que eu saí com roupa transparente mesmo?
Renato: “Não sei, Beta, mas você fica usando vestido com calça jeans…”

( Temos um porteiro que é super gente boa e toda vez que eu passo pela portaria, pergunto: Tá feliz hoje, Silvério? Quando eu esqueço, ele me devolve a pergunta.)

Eu: Rê, pergunta se o Silvério tá feliz hoje.
Renato: “Ah não Beta, não quero perguntar nada pro Silvério hoje não.”
Todos: Caímos na risada!

Renato:” Beta, você já escovou os dentes?”
Eu: (enquanto tomava um chá e comia pão) Não, Rê.
Renato: “Porque o seu bafo está entrando na minha mente.”
Eu: Engasguei com o chá de tanto rir.

Eu: Rê, você nunca lê o blog, nunca comenta…
Renato: “Outro dia eu até li e pensei em comentar no post da Má notícia.”
Eu: Uai, porque não comentou, o que você ia dizer?
Renato: “Que o meu calo do pé tava me matando.”
Eu: Ah, foi melhor mesmo você não ter escrito nada.

Renato: “Beta, porque o Cleyton não foi trabalhar hoje?”
Eu: Porque ele foi no aniversário da sobrinha dele.
Renato: “Ele não convidou a gente não?”
Eu: Não, Rê.
Renato: “Ah tá, depois quer ser meu amigo.”

Renato: “Beta, queria te pedir uma coisa.”
Eu: O que, Rê?
Renato: Não pinta o seu cabelo de vermelho acajú não, viu?
Eu: Porque você está falando isso?
Renato: “Porque eu estou prevendo que você vai querer pintar.”
Eu: sem acreditar kkkkkk

Vocês também morrem de rir com seus maridos? Compartilha a suas pérolas também!

PS.: Aqui está o primeiro post das nossas conversas!

PS.: Na foto, fazendo fotossíntese na praça, Renato flanando, e eu, sendo estranha! risos

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MINHA EXPERIÊNCIA COM O PROCESSO DE COACHING

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O ano de 2015 não foi muito legal pra mim. Foi um ano difícil, digo que foi um ano onde a vida me ofereceu um monte de respostas, assim, de uma vez, como uma enxurrada, e eu não sabia o que fazer com esse tanto de informação recém chegada. Eram questões familiares, profissionais, pessoais, existenciais, enfim, tudo quanto foi urucubaca, eu tive que resolver em 2015.

Em um momento de profunda tristeza/desânimo/preguiça de viver, eu e Renato, durante uma sessão de resenhas, levantamos a possibilidade de eu me submeter a um processo de coaching; que se tornaria real um tempo depois.

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O QUE VOCÊ VÊ E O QUE “EU VEJO”

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Parece que quanto mais você fala de um assunto, mais vontade você tem de falar. Desde que escrevi o post: A BELEZA É FUNDAMENTAL PRA VOCÊ? VOCÊ SE ACHA UMA MULHER BONITA? Tenho deparado, em tudo quanto é lugar, com matérias, artigos e pessoas falando sobre isso. Por isso, resolvi retomar o assunto neste post, pois ontem descobri o canal da jornalista Daiana Garbin – EU VEJO – e hoje assisti todos os seus vídeos. Vocês vão entender o que estou falando.

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10 TRUQUES PARA NÃO GANHAR PESO

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Antes de mais nada, deixa eu admitir: Sim, eu me preocupo com o peso. Não necessariamente com aquele peso que a balança mostra, mas com o peso que minhas pernas carregam e que cabem confortavelmente dentro das roupas que eu gosto de vestir.

Não é porque estou relativamente (digo, relativamente, porque aqueles fatores de massa magra, massa gorda, índice de gordura, estão todos desajustadas) dentro do peso, que eu não me preocupe. Eu nunca imaginei que chegaria aos 36 anos de idade com o corpo que tenho hoje. Tenho casos de obesidade na família e isso sempre me chamou a atenção. Minha mãe, por exemplo, foi obesa por muitos anos, se submeteu a uma cirurgia bariátrica há alguns anos atrás e foi um processo bastante delicado, talvez por isso, e por ter acompanhado seu relacionamento com a comida, com o corpo e com a balança, a vida toda, é que eu tenha desenvolvido o comportamento que tenho hoje.

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VOCÊ CHAMARIA ALGUÉM DE “DONA”?

Tenho um grupo de whatsapp com minhas amigas, que, dependendo do dia, fica extremamente agitado (insano, engraçado…). Outro dia, o assunto era em torno do tempo que a gente tem passado sem se encontrar – estamos espalhadas por várias cidades diferentes – quando uma amiga se manifestou, devido a minha insatisfação de não poder estar presente no último encontro:

“Beta, linda, teremos 500 outros encontros! Só espero que não seja daqui a 4 anos.”

Minha resposta:

Daqui a 4 anos estaremos completando 40. Não estou ansiosa por este momento, espero que a gente se encontre muito nessa década ainda.”

De repente, o motivo da conversa mudou. Como vocês podem imaginar, ficamos todas indignadas com o fato de 4 anos passar super rápido e logo completarmos 40 anos.

No meio da conversa, eu disse:

Na verdade, eu não tenho medo de envelhecer. Tenho pânico é de ficar com cara de Dona. Vocês me avisam caso isso aconteça?

(Meu raciocínio em torno disso, não é pela idade em si, é pela energia que a pessoa emana. É normal que uma senhora de 70 anos seja chamada de Dona Fulana sem espanto algum. O que não acho normal, somos nós, mulheres na casa dos 30, aparentarmos mais idade, de novo, não no sentido dos números, mas da vontade de viver. Dá pra entender? Seguindo essa lógica, eu tenho certeza que ainda tenho 20 e poucos.)

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Para o meu espanto, uma amiga se manifestou:

“Gente, já me chamam de Dona”.

Isso porque ela tem 2 filhos e disse que quando chega nos lugares com os meninos, as pessoas vão logo chamando-a de Dona Fulana.

Eu nunca vivi essa situação porque não tenho filhos, mas adoro o tratamento que recebo em lugares com mais formalidade: a Senhora Roberta, poderia me acompanhar, por gentileza? Percebo que, nessa hora, vale mais a delicadeza, do que o status, ou a aparência. E prefiro ser chamada de Senhora, em qualquer idade e qualquer ocasião, do que de Dona.

Coincidentemente, uma outra amiga, que não acompanhou essa conversa, foi cortar o cabelo, me mandou umas fotos, e a seguinte mensagem:

“Não quero parecer mais nova, mas cara de Tia não dá, né?”

O que eu percebi dessas situações, é que não é a idade o que importa, é a nossa postura em relação a nós mesmas e, consequentemente, a forma com que as outras pessoas recebem e repassam essa informação.

Conseguiram entender alguma coisa? Fui muito confusa? Fiquei curiosa pra saber o que vocês acham.

PS.: As fotos que ilustram o post vieram daqui.