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A HISTÓRIA DA VITÓRIA QUE (POR DENTRO) SEMPRE FOI ARTHUR

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Há uns meses atrás, bebendo vinho com uma amiga num restaurante japonês em Campo Belo, conheci o Arthur. Ele era o garçon que estava nos atendendo. Depois de algumas idas à nossa mesa, eu, curiosa e observadora que sou, resolvi puxar assunto com aquele rapaz agradável e bonito que só, que de tão simpático, acabou me chamando a atenção.

Ali mesmo, entre idas e vindas, bem rapidamente, ele me resumiu uma história de vida que me deixou emocionada. Voltei em Campo Belo mais algumas vezes, convidei o Arthur para um brunch na minha casa, conversamos mais um bocado, e então, perguntei se ele não se intimidaria em compartilhar sua história com mais pessoas.

Ele aceitou.

Segue aqui, em suas próprias palavras:

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Lifestyle

POR ONDE TENHO ANDADO

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Oi!

Eu sei que tenho estado muito ausente desse espaço que tanto amamos, por mais que eu me planeje, tente me manter no foco, eu não sei o que acontece que, frequentemente, vem uma onda e me dá um caldo… rs Felizmente, tá tudo bem, o sumiço é por motivos nobres.

Quero compartilhar um pouco do que tenho feito e visto, embora quem me segue no Instagram, (@betastories), já possa estar por dentro de grande parte dos acontecimentos da minha vida, contudo, aqui no blog a história é sempre mais detalhada…

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Lifestyle

5 DIAS DE MEDITAÇÃO COM O APLICATIVO DO HEADSPACE

( AVISO: ESTE POST É LONGO, ESTEJA CONFORTÁVEL)

Sábado passado, quando Renato saiu pra aula de manhã, pedi que ele me deixasse na Praça da Assembléia, queria fazer uma caminhada, correr e … meditar, aliás, a meditação era meu propósito maior. Há tempos estou ensaiando começar a praticar, mas sempre inventava um milhão de desculpas, até que Sábado passado, eu decidi que iria tentar. Não li nenhum livro – ainda – não sabia nem por onde começar, só sabia que eu tinha que relaxar e tentar não pensar em nada, o que todo mundo deve pensar, certo? Errado, foi o que eu descobri depois.

A praça estava lotada de famílias e crianças correndo por todos os lados, encontrei um espaço livre na grama, no sol – gosto do sol do Outono – e sentei. O barulho da praça era intenso, do vendedor de milho que estacionou o carrinho na minha frente, dos carros passando na rua, das crianças, enfim, todos os motivos para levantar e ir embora eu tinha, mas não fui. Devo ter ficado ali sentada por quase 1 hora, não sei ao certo se consegui meditar, o que sei foi que tão logo eu percebia o pensamento longe, tentava trazê-lo de volta, e apenas concentrava na respiração. Fiquei um tempo nesse exercício, além de interagir com o movimento da praça simplesmente pela observação. Quando cansei, consegui correr e caminhar um pouco, e voltei pra casa.

Conversei com várias pessoas sobre isso e recebi algumas dicas e orientações bem interessantes, mas teve uma, como a minha própria amiga disse, além de gostar dos exercícios, eu iria gostar do empreendimento como um todo. Depois dessa recomendação, foi essa dica que eu resolvi seguir. Trata-se do HeadSpace, um aplicativo com todas as instruções, para quem, assim como eu, quer iniciar do universo da meditação, mas não faz idéia de como. Eu entrei no site, assisti alguns vídeos no youtube, ouvi sobre a história do Andy – fundador d0  HeadSpace, me familiarizei ao máximo, e resolvi começar pelo take10, como sugere o aplicativo. São 10 dias de meditação guiada, 10 minutos por dia.

Escolhi começar a meditação de manhã bem cedinho, porque, pra mim, seria mais fácil na organização do restante do dia, o mais difícil é acostumar a levantar tão cedo, mas quando vira hábito, fica mais fácil.

DIA 1 – Antes mesmo de começar, já estava ansiosa, meus olhos abriram 4:45 da manhã automaticamente. As 5hs já estava na sala, acendi a luz bem baixinha e preferi uma cadeira, ao chão. Me sinto melhor se estou com as costas apoiadas. Liguei o aplicativo do DayOne e comecei a “meditação guiada”. Estava com tanto sono que demorei alguns minutos pra entender o que estava acontecendo. Tentei não deixar o pensamento ir longe demais, concentrei na respiração, nos poucos sons que haviam a minha volta, nas batidas do coração e tentei, ao máximo, estar inteira naquele momento. Senti um pouco de náusea e um pouco de nervoso achando que os 10 minutos estavam demorando demais a passar, porém, assim que eu consegui trazer de volta o controle, o tempo havia passado. Fiquei vendo o dia nascer.

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DIA 2 – Nota: Acordei de 1 em 1 hora, a noite toda, com medo de perder a hora! (risos). As 5hs já estava a postos, coluna ereta, pernas relaxadas e mãos apoiando suavemente no colo. Segui atentamente as direções do Andy e quando comecei a “me divertir”, os 10 minutos haviam passado. Diferente de ontem, o tempo passou bem mais rápido, ou, eu estava bem mais tranquila. Fui caminhar em seguida.

DIA 3 – Hoje eu não consegui começar tão cedo, estava bêbada de sono, até o corpo acostumar vai ser assim. Era 6:30 quando comecei, o dia já estava claro e, o movimento de carro e buzinas na rua, já era intenso. O barulho incomoda sim, mas como diz Andy, o importante não é estar sempre isolado, no silêncio absoluto, é aprender a estar no meio do caos, e conseguir se distanciar, não se incomodar, não julgar. Tomar conhecimento que o mundo lá fora existe, e continuar o que você estava fazendo.

DIA 4 –  É natural ficar mais fácil e mais prazeiroso a cada dia que passa. Estava achando que, o fato de ser todos os dias quase a mesma coisa, era pelo fato de estar seguindo a meditação guiada do HeadSpace, mas creio que não. Meditação é a mesma coisa sempre, o que vai mudando é a nossa percepção em relação a prática, e a nós mesmos. Hoje pensei sobre isso.

 

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DIA 5 – Acordar ficou mais fácil, acho que vai ficar cada dia mais, porém, hoje foi o dia mais estranho. Não consegui me concentrar direito, meus pensamentos estavam agitados demais, fiz inúmeras tarefas mentalmente, uma loucura. Depois de tanto “brigar” pra manter a concentração, relaxei, e aceitei que seria melhor deixar fluir, do que me angustiar pra ficar quieta e provocar o efeito bola de neve. Pois como bem disse a Rê, que me indicou o aplicativo, meditação não tem início nem fim, é o processo. Hoje não foi tão bom, mas amanhã vai ser.

Conclusões:

Se estou mais calma? Mais tranquila? Mais zen? Mais focada? Ainda não consigo responder nenhuma dessas perguntas com propriedade, mas, em 5 dias, percebi:

  • que não tem sensação melhor do que fazer alguma coisa para o próprio bem estar.
  • a respiração profunda tem o mesmo efeito de um abraço apertado.
  • higienizar o que tem dentro, coisas que a gente não quer mais, é fundamental pra vida.
  • ter o compromisso com a meditação, ajuda na disciplina com as outras coisas também.
  • para mentes frenéticas como a minha, 10 minutinhos, valem por 10 anos.
  • tenho certeza que quero evoluir nessa caminhada.

Essa foi a minha experiência nos primeiros 5 dias, sexta-feira da semana que vem volto pra contar como foi o processo dos 10 dias e as minhas percepções. Enquanto isso, gostaria muito de ouvir histórias de quem já pratica a meditação. Como foi o começo, e como tem sido a evolução… Vamos falar sobre isso?

 

 

PS.: A foto do topo foi no Sábado na Praça, até eu cansar e começar a tirar selfies e postar no Instagram.

PS.: A foto do meio é caligrafia minha de um dos aprendizados dessa semana.

PS.: A última foto foi da quarta-feira – registrada pelo Renato –  um dos motivos pelo qual eu escolhi acordar bem cedinho. Tem espetáculo novo todo dia.

Lifestyle

PENSAMENTO DE SEXTA

O pensamento de sexta, dessa sexta, é um pedido de desculpas pelo sumiço inesperado. Assim como diz o texto acima, ando obcecada em fazer de mim mesma a melhor versão que eu puder ser e, posso contar uma coisa pra vocês? Isso dá um baita trabalho…

As vezes, uma moringa consegue resolver o nosso problema, noutras vezes, não. Essa semana foi intensa no sentido de tentar resolver as minhas próprias questões, as questões dos meus clientes, a vida doméstica, e ainda fazer milhões de planos porque eu não consigo ficar quieta.

Vocês também carregam consigo um desejo genuíno de fazer mil coisas, de querer dar conta de tudo? Não seria mais fácil se a gente fosse hippie e mudasse para uma comunidade em Valparaíso? Tem horas que eu simplesmente acho que vou ficar maluca…

Ontem ouvi um conselho de uma amiga que foi ótimo pra mim e pode ser que acalme algumas de vocês também. Quando comentei com ela o meu desejo de ser Presidenta do Mundo, ela disse – Beta, separa os seus planos em baby steps, você vai ver o quão mais fácil e leve as coisas se tornam…

Primeiro que eu amei a expressão baby steps e, segundo, é uma coisa tão simples que a gente passa batido na grande maioria das vezes. O muito grande paralisa, o pequeno é bem mais fácil de resolver.

Então, fica o exercício pra gente fazer no final de semana: Vamos organizar os nossos baby steps e ir trabalhando em paz em cada um deles. No final, dá tudo certo!!

Espero que vocês tenham um ótimo final de semana. Até segunda!

Branding, Projetos

#CARREIRA 8: VIDA REAL

Tenho certeza absoluta que a Alinne escreveu este post pensando na amiga. Não foi Alinne?

Semana passada escrevi aqui como me sinto exausta, não pelo trabalho em sim, mas pelo esforço constante de manter o cérebro concentrado no que ele realmente deve se concentrar no momento. Tenho conversado muito sobre isso com o Renato, pois é óbvio que, como a Alinne (ô mulher que sabe das coisas!) disse, TUDO É VIDA, TUDO É RAZÃO, TUDO É EMOÇÃO. No nosso caso, somos duas almas criativas vivendo sob o mesmo teto. Sim, o caos se instala frequentemente, por isso vamos exaurir esse assunto até resolver. Estamos dispostos!

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