Histórias

UM POUCO SOBRE MIM, SOBRE O STORYTELLING E A CALIGRAFIA

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Dia desses estava pensando sobre como eu mudei, sobre como as coisas mudaram por aqui, no blog, ao longo desses quase 6 anos de estrada… Já vi cair por terra um monte de conceitos que eu defendia como verdade absoluta, já transitei por universos e estilos até ficar confortável onde estou, já pintei o cabelo uma quantidade razoável de vezes, já não quis foto nenhuma, hoje estou adorando fazer fotos, já tive pânico de falar em público, até que descobri as palestras e aulas – ou elas me descobriram – e já atendi muitos clientes maravilhosos. A vida muda mesmo, ainda bem! Enfim, isso tudo pra dizer que tem uma coisa que não mudou, e nem vai: a minha paixão por contar histórias, por compartilhar fatos e informações que eu acredito serem capaz de provocar mudanças, aquele insight que nos leva a agir e pensar diferente, a evoluir…

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Desde que a minha empresa fechou as portas, há 3 anos, eu comecei a viver um dilema: Primeiro porque não sabia como iria me reposicionar profissionalmente, depois porque vivia uma insegurança grande sobre os trabalhos (de Consultoria e Aulas) que me apareciam. Sim, eu nunca planejei ser Consultora tampouco Professora, as coisas foram acontecendo e eu demorei um tempo até perceber o significado e a importância que isso tinha, afinal, várias pessoas estavam confiando em mim a responsabilidade de contar (ou recontar) a história de suas empresas ou projetos, além de aprenderem um pouco do que eu tenho pra ensinar. Confesso que ao mesmo tempo que morro de alegria, fico com frio na barriga até hoje; em todos os casos. Mas, felizmente, tem dado tudo muito certo!

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Em paralelo a tudo isso, veio a Caligrafia, não, ela não chegou de repente, sempre esteve aqui, eu só não sabia como explorar isso. Foi depois de muito incentivo de várias pessoas, que eu comecei a acreditar que seria possível aplicá-la nos meus trabalhos – aqui no Beta Stories e no Instagram – e também nos trabalhos dos meus clientes. Foi e tem sido um processo natural, é como se a contação de histórias ganhasse um cuidado a mais, afinal, ter a possibilidade de escrever a mão é sempre um privilégio.

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Por mais que eu sinta um frio enorme na barriga, como eu acabei de mencionar, eu nunca deixei de expôr os meus pensamentos, de contar as minhas próprias histórias, sejam elas de sucesso ou de fracasso, dependendo da perspectiva. Eu faço isso porque busco diariamente histórias nas quais me inspirar, vasculho a internet, pergunto pras pessoas, incentivo os meu alunos e clientes a botarem a boca no mundo. Porque isso? Porque eu acredito que as pessoas se conectam e se identificam, umas com as outras, através de suas histórias. Essa troca de informação é muito valiosa.

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No final das contas, eu percebo que o que eu faço, e sempre fiz, desde a minha adolescência – atolada em revistas, seguida da Faculdade de Comunicação, chegando na Amour – quando eu contava histórias através das roupas que fazíamos, até hoje, seja na Consultoria de Branding e Design, nas Aulas que eu dou, ou no conteúdo que eu posto aqui no Beta Stories, a minha essência não mudou em nada, ou seja: meu negócio é falar, ler e escrever, tão simples e complexo quanto possa parecer. Eu sinto um amor e gratidão enorme cada vez que eu percebo que alguma coisa que eu fiz, falei ou escrevi, fez sentido pra alguém.

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Assim eu espero que seja por tempo indeterminado.

Eu não poderia fazer outra pergunta, se não, essa: E a sua história, qual é?

2 Comments

  1. Renata

    17 de fevereiro de 2017 at 09:49

    História mais incrível da minha contadora de histórias favorita! <3

  2. Beta

    19 de fevereiro de 2017 at 18:06

    Obrigada, Rê, eu já te falei que você é minha persona, né?

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