Relacionamento

Uma enciclopédia de apelidos. (Quais são os seus apelidos carinhosos?)

O que vocês acham de apelidos carinhosos? Eu tenho alguns… (rs)

Eu tenho uma relação boa com o meu nome, gosto dele, assim como gosto dos apelidos também, todos eles, que vieram diretamente do meu nome, ou não, como vocês verão logo abaixo.

O meu pai se chama Roberto, mas minha mãe diz que meu nome não foi uma escolha por causa do nome dele, ela conta que escolheu meu nome porque na época, quase 40 anos atrás, a música italiana Roberta, perdona me… estava fazendo muito sucesso e, como ela gostava de ouvi-la, acabou sendo influenciada. Não ouso duvidar. (rs)

Mas, de qualquer forma, Roberta é um nome que remete força, eu percebo isso, o contraponto ideal para a minha expressão quase frágil e sensível demais. Por esse motivo, acredito que Roberta tenha sido uma boa escolha mesmo, ao invés de Marcela, o segundo nome da lista da minha mãe, que teria sido, dessa vez, uma homenagem ao meu avô, pai dela, Marcelo. Como seria o apelido para Marcela? Cela? Mamá? Não sei…

Com o passar do tempo, conquistei uma vasta listinha de apelidos carinhosos, aqui tenho alguns, reparem:

Beta = O mais óbvio de todos, acho que escreveram Beta na minha pulseirinha da maternidade e ficou declarado. Sou Beta desde o dia em que nasci. 

= Grande parte das pessoas que eu conheço me chama assim.

= A outra metade assim.

 Robertinha = Quando entrei na Faculdade de Comunicação virei Robertinha na primeira semana.

Roró =  Na adolescência, vivendo aquela fase crítica, ganhei esse apelido excêntrico de alguns amigos, os quais me chamam assim até hoje, não importa quanto tempo passamos sem nos ver. Lá na adolescência eu me irritei, hoje acho carinhoso.

Bebeta = Duas ou três pessoas queridas me chamam assim. Seria um apelido do apelido?

Ti Beta = Minha sobrinha, Maria Eduarda, quando aprendeu a falar. Hoje ela mora comigo, tem quase 20 anos e nem sequer fala meu nome, envia whatsapp. (rs)

Bolacha = Em referência as enormes bochechas que eu ostentei grande parte da vida. Meu querido Tio Maurício era o melhor Tio e me deu o apelido mais fofo.

Maitê Proença da Vó = Juro que isso é sério. Minha avó Madalena tinha um timbre de voz bem peculiar e dizia essa frase toda vez que me via. A vizinhança toda se dava conta que existia uma Maitê Proença miniatura por ali.

Stubs = A Fernanda minha prima me chama assim e eu não faço a menor idéia de onde ela tirou isso.

Betinha = Também duas ou três pessoas, as mais meigas que conheço, me chamam assim.

Roberrrrrrrta = Meu irmão faz questão de valorizar o sotaque regional no meu nome.

Roberta = Minha mãe me chama pelo meu nome, tal e qual ele é, sempre acho que fiz alguma coisa errada.

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ADENDO:

Xuxis = Uma derivação de Xuxu, algo bem poético para um casal de namorados adolescentes que se chamavam de Xuxis. O apelido viralizou e, durante todo o tempo do namoro, as pessoas a nossa volta nos conheciam e nos chamavam assim.

 Nini Flores = Um ex namorado venezuelano me apelidou com essa graça de nome, que por pouco não virou o nome da minha extinta empresa. Percebe-se o quão enraizado um apelido pode ficar! (rs)

Priggs = Um amigo querido encontrou um apelido para deixar a minha preguiça institucionalizada. Quando ele diz Roberta parece que está proferindo um discurso em público, reverenciando uma entidade, simplesmente não combina.

Ainda escuto muito Professora, Proffs, Beta Stories… São realmente inúmeros apelidos carinhosos e, devo dizer, não me oponho a nenhum, gosto mesmo de todos eles!

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Você tem algum apelido especial? Alguma história engraçada por trás da maneira como te chamam?

 

PS.: Um incentivo para despraticar as normas AQUI.

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